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Edição Nº. 7 - Setembro/97 Interface com o sistema CORBAR O Corbar é um sistema computacional voltado a otimização, planejamento e controle do corte e dobra das barras de aço empregadas nas estruturas de concreto armado. Algumas empresas construtoras e outras no mercado que prestam serviços de corte e dobra de aço possuem o sistema Corbar. Algumas destas empresas já estão solicitando ao projetista estrutural o arquivo magnético em disquete, correspondente à tabela de ferros de cada planta, para evitar o trabalho de alimentar novamente a tabela de ferros no Corbar. Este arquivo, que é lido diretamente pelo Corbar, tem a seguinte nomenclatura: nnnnpp.PLA. Quanto ao arquivo .PLA, é gravado apenas quando se seleciona a opção de "Gerar Plano de Corte <SIM>" por ocasião da edição de plantas de desenhos de armaduras (parâmetros de plotagem). Altere sua configuração para a gravação do .PLA e armazene sempre este arquivo juntamente com os demais. Futuramente, quando o cliente solicitar os arquivos para interface com o Corbar não será necessário realizar novamente a extração da tabela de ferros. Outro ponto importante: Caso necessário, faça as correções de armaduras pelos editores TQS ou, obedecendo exatamente as regras para definição de um ferro. Se tais regras não forem obedecidas, as informações para o plano de corte não serão corretamente gravadas. Autor: Eng. Nelson Covas - TQS Cad/Vigas - Pré-dimensionamento Muitos usuários ainda não atentaram para o novo relatório do Cad/Vigas que traz informações muito úteis para o pré-dimensionamento das vigas. Neste relatório, entre outros itens, o Cad/Vigas emite: - Altura necessária, mantida a largura
- Largura necessária, mantida a altura
- Valor do K6= b*h*h/M
- Intensidade das tensões tangenciais
- Flechas
Estas informações são acessadas no item Visualizar - Mensagens e Avisos. Autor: Eng. Nelson Covas - TQS Lajes - Processo por Grelha e Ruptura Muitos usuários nos perguntam sobre o porquê das diferenças dos momentos fletores encontrados quando as lajes são calculadas por grelha e por processo de ruptura. A explicação simples é a seguinte: são dois processos diferentes, a grelha adota o processo elástico ao contrário do processo de ruptura. Também a grelha considera a deformação das vigas de contorno da laje, o ruptura considera as vigas indeslocáveis ( o que na maioria das vezes é uma hipótese falsa). Os esforços encontrados na grelha são, obviamente, os mais defensáveis. Lembre-se de que na grelha podem ser utilizados inúmeros recursos de plastificação da laje. Outro questionamento é com relação a armaduras. Geralmente o usuário adota o pico do valor do As+ na laje e, independente da sua dimensão, arma toda a laje com esta armadura de pico. Ora, é sabido que o processo de ruptura calcula e arma a laje com o mesmo valor do momento fletor ao longo de toda a laje como se fosse considerado um valor médio para este momento. Pelas características e funcionamento de uma laje de concreto armado, aqui vão duas dicas para o processo de grelha: Se a laje tem dimensões razoáveis, arme-a em faixas e não pelo pico. Porque utilizar o valor de pico do momento e não um valor menor já que a armadura será constante num trecho? Com isto, o cálculo de solicitações por grelha não induz a um consumo exagerado de armaduras quando comparado ao processo de ruptura. Autor: Eng. Nelson Covas - TQS Cad/Pilar - Pé-Direito Nas novas versões do Cad/Pilar e Cad/Formas, os valores de pé-direito ou "compLE" (comprimento de flambagem) podem ser extraídos de três maneiras diferentes dependendo do interesse do usuário. Para tanto, será necessário configurar os itens abaixo do arquivo PARFOR.DAT (critérios de projeto do Cad/Formas), no diretório Espacial do edifício, antes de processar a interface Formas/Pilar. PILHVG : Desconta altura de viga do PD do pilar PILGRV : Grava altura de viga relacionada ao pilar | Para | PILHVG = Não ou Sim | | | PILGRV = Não | | | Temos: compLE = PD + DFS | | Para | PILHVG = Sim | | | PILGRV = Sim | | | Temos: compLE = PD + DFS - (HVAS) - (HVAI) | | Para | PILHVG = Não | | | PILGRV = Sim | | | Temos: compLE = PD + DFS - (HVAS /2) + (HVAI /2) | | Onde: | PD é o pé-direito cadastrado nos dados do edifício | | | DFS : Desnível do pavimento (lajes e vigas) | | | HVAS : Altura da viga associada no topo do pilar | | | HVAI : Altura da viga associada na base do pilar | Autor: Eng. Armando Melchior - TQS Interface Cad/Formas - Cad/Pilar No Cad/Pilar, ao se processar o comando "Inicia", o programa poderá acusar alguns erros; estes, não são propriamente erros no dimensionamento dos pilares e sim, erros gerados na interface Cad/Formas /Cad/Pilar. Para verificar o motivo de tais erros, a dica é a seguinte: Não procure no Cad/Pilar, volte ao Cad/Formas no diretório espacial e visualize o "Processamento atual"- PILAR.LDF. Procure nesta listagem as mensagens de AVISO ou ERRO; elas estarão apontando possíveis erros cometidos na entrada de dados do Edifício ou nas Entrada gráficas dos pavimentos. Autor: Eng. Armando Melchior - TQS Grelha - Fundação No Cad/Formas, ao processar o comando "Geração do modelo de grelha" para o pavimento fundação, o programa poderá acusar erro. Visualize a listagem deste processamento acessando o comando "Visualização do processamento". Nele será possível constatar um erro bastante comum, que é o seguinte: o Cad/Formas irá gerar o modelo de grelha com apoio elástico e, para tanto, é necessário que o piso tenha pé-direito declarado; como a fundação tem pé-direito = 0., o erro ocorre. Portanto, caso você deseje processar o pavimento da fundação como grelha, configure antes, em "Critérios de geração do modelo de grelha", todos os pilares como tendo apoios articulados ou defina um valor estimado para o coeficiente de mola. Autor: Eng. Armando Melchior - TQS Módulo de Elasticidade Alguns trechos da nova norma NB-1 já são de conhecimento público. Um grupo importante (liderados pela Dra. Lídia Shehata do Rio de Janeiro) pesquisou intensamente o módulo de elasticidade real do concreto, que agora passará a ser representado pela expressão: (em MPa) Esta expressão apresenta resultados muito diferentes da expressão difundida pela NBR-6118 de 1978: (em kgf/cm 2) Nos sistemas TQS o fator VEC pode ser redefinido pelo usuário. A partir das duas expressões acima podemos redefinir o valor do VEC para que possamos utilizar o módulo de elasticidade da nova NB-1: (fck em kgf/cm 2) Então, teremos na tabela abaixo alguns valores que podemos utilizar diretamente: | fck (MPa) | VEC | | 18 | 13600 | | 20 | 13700 | | 25 | 13900 | | 30 | 14070 | | 35 | 14180 | | 40 | 14260 | Autor: Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva - TQS
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