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Edição Nº. 29 - Agosto/09 A versão 15 do CAD/TQS já está começando a ganhar forma, com nossa equipe de desenvolvimento trabalhando para que possa ser distribuída ainda este ano. Novas facilidades de uso do sistema, melhorias na modelagem e detalhamento, assim como a nova verificação de Incêndio (NBR-15200) estão sendo programadas.  Interface de usuário do Gerenciador TQS Adotamos para o gerenciador a mesma interface de usuário usada no Office 2007® e no novo Windows 7®. Esta interface, denominada RIBBON (em forma de tira), distribui os comandos em categorias e painéis com ícones grandes, de fácil localização. Ela substitui de maneira amigável menus laterais, menus suspensos e barras de ferramentas. Programamos uma combinação de interfaces que permite tanto ao usuário experiente quanto ao novato se localizarem facilmente. Os principais elementos da janela do gerenciador são: - botão principal, que embute comandos que afetam os dados de um projeto;
- submenus e painéis de comando, que embutem a lógica de cada subsistema CAD/TQS, mais os comandos comuns em EDIFÍCIO, FERRAMENTAS e PLOTAGEM;
- a lista de desenhos e um botão com submenus;
- o botão de ajuda com todos os comandos correspondentes;
- a nova janela de mensagens, que é redimensionável, e uma barra de ferramentas com os botões de edição;
- uma barra de ferramentas semelhante à anterior, mas que pode ser modificada;
- um menu lateral opcional, que embute todo o menu anterior, com todos os comandos.
Embora seja necessário muito pouco tempo de adaptação para a nova interface, aqueles que preferirem continuar com a interface anterior podem desligar o RIBBON através da configuração do gerenciador. Em FERRAMENTAS, GERENCIADOR, a seguinte janela controla o RIBBON:  Outras melhorias Acesso à biblioteca digital TQS no botão AJUDA. Ela consiste em uma série de textos relacionados com a engenharia de estruturas: artigos técnicos, respostas a perguntas freqüentes e dicas de nosso suporte técnico, que formam uma extensa e sólida base de informações. O painel direito com desenhos agora permite a edição do desenho visualizado por duplo-clique. O rolete do mouse permite alterar o desenho da lista de desenhos quando o mouse está em qualquer posição sobre o Ribbon; Novos tooltips em todos os comandos do gerenciador. Modelos 3D no gerenciador O Gerenciador TQS tem agora capacidade de visualizar modelos 3D no painel direito:  Os modelos tridimensionais são armazenados em arquivos tipo .E3D, que são usados pelo Visualizador 3D. Por padrão, os modelos 3D são gerados na pasta Espacial, quando se chama este visualizador. Agora estes arquivos não são mais apagados na saída do visualizador, e os últimos critérios de visualização definidos são os mesmos usados pelo gerenciador. Para visualizar um modelo 3D, selecione a pasta Espacial de um edifício. Os arquivos .E3D aparecerão na lista de desenhos da barra de ferramentas e poderão ser selecionados como se fossem desenhos comuns. O botão de edição de desenhos, neste caso, chama a visualização 3D. A posição de visualização pode ser alterada, como no Visualizador 3D, através do rolete do mouse (afastar / aproximar janela) e com o rolete apertado sem a tecla <SHIFT> (mover janela) ou com (movimento orbital). Eventos de geração do modelo 3D O modelo visualizado é atualizado nas seguintes condições: - Chamada do visualizador 3D através do comando ARQUIVO, EDIFÍCIO, ESQUEMA, VISUALIZADOR 3D, ou botão da barra de ferramentas  A visualização agora permite salvar o arquivo .E3D com qualquer nome:  - Sempre que um modelo estrutural é salvo pelo Modelador, a atualização do modelo 3D é feita em paralelo. A visualização do modelo 3D e a atualização pelo Modelador consomem recursos adicionais do computador. Esta visualização pode ser desativada através das configurações de edição gráfica:  Visualização na pasta raiz A pasta raiz do edifício é a que tem o nome do tipo \TQS\edificio. Esta pasta é selecionada na árvore de edifícios com o cursor sobre o nome do edifício:  Caso o modelo 3D já tenha sido gerado na pasta espacial, a seleção da pasta raiz faz com que o modelo possa ser visualizado no painel direito. Assim, é possível visualizar o modelo 3D do edifício antes mesmo que os ramos da árvore sejam abertos no Modelador. Para visualizar o modelo 3D de qualquer edifício da árvore atual, é possível de uma vez só atualizar todos os modelos de todos os edifícios, através de novo comando:  Estimativa de custos de projeto O desenho de resumo de plantas e materiais, RESEST.DWG agora pode incluir uma estimativa de custos de projeto.  Essa estimativa é habilitada nos critérios de geração de plantas:  Naturalmente trata-se de uma estimativa pouco detalhada, que não considera particularidades da execução. O engenheiro deve ter isto em mente quando definir valores de insumos usados no cálculo, no painel EDIFÍCIO, CRITÉRIOS GERAIS, PREÇOS PARA ESTIMATIVAS:  O quantitativo de aço usado neste resumo é o mesmo do resumo de plantas, e pode ser das plantas emitidas ou dos desenhos do edifício, conforme critério de geração de plantas. Os insumos com preços cadastrados atualmente são o aço, concreto (por fck) e formas de madeira. Melhorias na edição gráfica Foram implementados novos tipos de edição gráfica, que passam a permitir diversos tipos de alteração de geometria com precisão praticamente sem o acionamento de comandos de menu ou teclado. Estes recursos não modificam o modo atual de funcionamento do editor, e podem ser personalizados. Todas as operações funcionam igualmente no Modelador, que seguem os princípios de edição do EAG. Pré-seleção Até agora a seleção de objetos no editor gráfico era feita após o acionamento de comandos. A pré-seleção consiste em selecionar antes de acionar o comando de edição. Os objetos selecionados são mostrados com ressalto, e o próximo comando acionado usa estes objetos automaticamente. Os modos de seleção são os seguintes: Ponto sobre objeto:  Janela W, da esquerda para a direita (objetos completamente contidos na janela):  Janela C, da direita para a esquerda (objetos parcialmente contidos na janela):  Adição de um objeto à seleção (seleção com <CTRL>):  Remoção de um objeto da seleção (seleção com <SHIFT>):  Na figura acima, se acionarmos a seguir o comando MODIFICAR, APAGAR, APAGAR ELEMENTO, o pilar P6 será imediatamente apagado. Menu de contexto Quando há objetos pré-selecionados, fica disponível o menu de contexto. Este menu é acionado com o botão direito do mouse, e disponibiliza algumas operações comuns de edição de objetos gráficos:  Propriedades de objetos Um novo comando que aparece no menu de contexto e no menu dos editores gráficos é o de propriedades (menu: EDITAR, PROPRIEDADES). No modelador, este comando aciona a janela de dados dos objetos selecionados. Já nos editores gráficos de desenho, uma nova janela permite alterar algumas propriedades de um objeto gráfico:  Pontos de edição Nos objetos pré-selecionados, acendem-se pequenos quadrados chamados de Pontos de Edição. A idéia é que os pontos podem ser selecionados e movimentados, afetando o objeto com o ponto. No exemplo abaixo, após selecionarmos a viga em A, movimentaremos o ponto de B para C fazendo com que o título da viga mude de lugar:  Pontos de edição foram programados nos pontos notáveis de cada objeto gráfico, permitindo alterações geométricas praticamente sem o acionamento de outros comandos. Nos editores gráficos de desenho, 7 tipos de objetos gráficos foram programados com mais de 12 tipos de pontos de edição. Os objetos de desenho externos, como as cotagens associativas e as seções catalogadas pré-moldadas, também receberam estes pontos. No Modelador, 21 objetos diferentes receberam pontos em locais estratégicos. Critérios de pré-seleção O funcionamento da pré-seleção pode ser controlado no gerenciador, através do comando ARQUIVOS, CONFIGURAÇÕES, EDIÇÃO GRÁFICA, aba PRÉ-SELEÇÃO:  Linha elástica A linha elástica é um recurso comum que se acende na inserção de elementos lineares (linhas, vigas, faces, etc), medições de distâncias e alteração de coordenadas. Ajuda visual da linha elástica Criamos dois tipos de ajuda visual na linha elástica. Enquanto a linha se move, dinamicamente são cotados deslocamento X e Y, distância e ângulo entre os pontos da linha elástica:  O segundo tipo mostra as mesmas informações próximas ao cursor:  A ajuda pode funcionar com um dos tipos ou ambos simultâneos. Grade de linha elástica O uso de grade nos editores gráficos em geral é possível quando trabalhamos com projetos modulados. Quando não há modulação, a grade é inútil. Agora a grade pode ser alterada para funcionar de maneira relativa somente com a linha elástica. Assim, podemos trabalhar com elementos lineares de comprimento modulado. Esta definição é feita no EAG através do comando EDITAR, MODOS, ALTERAR:  A grade para a linha elástica desativa a grade geral, com modulação definida pelo espaçamento X. Considerando uma modulação de 10 cm por exemplo, para criar um balanço de 200 cm à direita da viga abaixo, selecionaremos a viga em A, e moveremos o ponto de edição B até o ponto C, quando a linha elástica apresentar a medida de 200 cm:  resultando em:  Note que a operação foi toda feita somente com o uso do mouse, sem outros comandos ou uso do teclado. Imã de linha elástica Além da grade, foi implementado um tipo de imã para a linha elástica, que faz com que ela “grude” exatamente em ângulos múltiplos de um ângulo principal, como 45° ou 90°. A tolerância padrão para que isto aconteça é de ±5°, podendo ser modificada. Se a linha elástica não estiver em modo ortogonal, nem com grade geral, e nem capturando elementos, então ela poderá ser modificada próxima a estes ângulos. Controlando a linha elástica A grade de linha elástica funciona no lugar da grade geral. Uma vez definida, pode ser ligada e desligada pelos meios comuns, como a tecla <ALT><F10> ou o ícone de grade no canto inferior direito da tela. Outros parâmetros de funcionamento da linha elástica podem ser modificados através do gerenciador, menu ARQUIVOS, CONFIGURAÇÕES, EDIÇÃO GRÁFICA, aba LINHA ELÁSTICA:  Outras melhorias - Vigas, pilares e lajes passaram a apresentar uma ajuda tipo tooltip no modelador, quando o cursor fica parado por um certo tempo em cima de um elemento:  - A tecla <DEL> pode ser usada para apagar elementos. - Na mudança de piso, uma mensagem na área de status do editor mostra os dados do piso atual (cota, repetição, etc.) Modo de visualização de linhas fora de esquadro Para projetos com elementos tipicamente ortogonais, um novo modo de visualização permite enxergar de maneira ressaltada, todas as linhas que não sejam exatamente paralelas a X ou Y globais. O objetivo é permitir encontrar rapidamente pequenos erros de fechamento de geometria vindos da arquitetura, e que tanto atrapalham a modelagem:  Neste exemplo, a viga horizontal na parte superior da planta de formas aparece em vermelho. Trata-se de um pequeno erro de fechamento, como mostra o detalhe. Esta visualização pode ser acionada através do parâmetro:  Janela 3D de visualização de planta no Modelador Um novo comando permite abrir simultaneamente uma janela de visualização em planta e outra em 3D. Este comando está na barra de ferramentas geral, ao lado dos comandos para divisão de janelas:  O acionamento do comando abrirá uma nova janela 3D com a representação do pavimento:  A janela 3D se comporta com os aceleradores de teclado da mesma maneira que o visualizador 3D do edifício. O principal modo de manipular a vista é através do botão do meio do mouse, com ou sem a tecla <SHIFT> apertada (movimento orbital ou de translação da vista). Tanto a janela quanto os parâmetros de visualização 3D podem ser controlados através de uma nova barra de ferramentas, acionada pelo botão abaixo:  A nova barra tem os seguintes comandos:  São os mesmos comandos do Visualizador 3D do edifício para vistas padrão, movimentação e rotação de vista, e parâmetros de visualização 3D Sincronia na mudança de pavimento A janela 3D está sempre associada a uma janela de planta. Ao alterar o pavimento atual, altera-se tanto a planta quanto a vista 3D. O Modelador mantém a direção da câmera 3D e suas coordenadas em planta, mas faz a translação Z correspondente à mudança do piso. Assim é possível enxergar um detalhe na mesma posição em pisos diferentes.  Fazendo seleções em planta A janela 3D acompanha as pré-seleções em planta, de maneira que os elementos selecionados são ressaltados em ambas as janelas. Para facilitar a localização em 3D, os elementos são ressaltados com possível sobreposição em outros elementos.  Interpretação de poligonais preenchidas As poligonais preenchidas passaram a ser consideradas automaticamente com hachura de 100% e cor da pena correspondente ao elemento gráfico durante a plotagem. Plotagem de hachuras complexas Um novo tipo de hachura foi introduzido no sistema de plotagem: são as hachuras complexas, as mesmas que podem ser definidas a partir dos editores gráficos. Elas podem ser selecionadas na edição das tabelas de plotagem:  Uma hachura complexa tem como parâmetros o seu título, ângulo e uma escala relativa. A janela de escolha é a mesma usada nos editores gráficos:  As hachuras complexas são interpretadas em todos os tipos de plotagem: TQS-HPGL2, DXF, em desenho DWG e com drivers de plotagem Windows. Edição gráfica com visualização de hachuras plotadas As hachuras que serão efetivamente usadas na plotagem podem ser mostradas na edição gráfica. No gerenciador um novo critério permite ativar esta opção:  O resultado é que diversos editores gráficos, incluindo o Modelador, mostrarão os elementos gráficos com as hachuras usadas na plotagem, incluindo as hachuras complexas:  Estas hachuras não são elementos gráficos do editor, não podendo ser editadas. O Modelador permite desligá- las independentemente dos outros editores, para que não interfiram com outros modos de visualização (como por exemplo, cargas ou área de formas). Isto pode ser feito pelo novo parâmetro de visualização:  Inércia à torção em pilares parede de perfil aberto no modelo espacial No modelo espacial dos sistemas TQS, não se considera inércia à torção nos pilares, porque não está previsto o dimensionamento com flexão composta oblíqua combinada com torção. O resultado é que os esforços no modelo são redistribuídos na forma de esforços normais e de flexão. Este modelo funciona bem na grande maioria dos casos, mas pode se mostrar conservador em edifícios com inércia distribuída de maneira muito assimétrica e pilaresparede formados por perfis abertos de parede fina. Em casos assim, o edifício pode torcer mais do que o necessário, exigindo por parte do engenheiro alteração no modelo para aumento da rigidez com o objetivo de limitar os efeitos de 2ª ordem. Para refinar o modelo nestes casos e considerar melhor o item 17.5.2 da NBR6118:2003 que trata de pilares com este formato, o sistema permite considerar de maneira simplificada a inércia à torção em pilares-parede. Inicialmente, marcamos o pilar-parede para cálculo aproximado de inércia à torção laminar, dentro do Modelador:  O cálculo da inércia à torção será feito através de um modelo de pórtico espacial temporário, formado por uma malha de barras representando a seção discretizada do pilar. Esta discretização pode ser observada ligando- se o parâmetro de visualização:  A seção discretizada será mostrada com elementos coloridos:  Na geração do modelo do pórtico, o sistema calculará a inércia à torção aproximada deste pilar aplicando uma rotação unitária e observando os esforços e deslocamentos. Os esforços de flexão e normal resultantes na malha também são armazenados, sendo usados posteriormente para a conversão de esforços de torção no pórtico em tensões para cálculo de pilar parede pelo CAD/Pilar. A malha para discretização é controlada pelos critérios gerais de pórtico:   Calculadora à flexão composta oblíqua Na calculadora de seção submetida à flexão composta oblíqua, foi introduzido um novo comando que possibilita acessar com facilidade todas as configurações de armaduras definidas durante o processamento dos pilares.  CAD/Lajes Foram criados critérios para controle da posição relativa de desenho das linhas de ferros e indicação de faixas de distribuição. O objetivo é permitir melhor controle de interferências de desenho, inclusive nos desenhos gerados pelo Editor de Esforços, mas calculados por processo simplificado.  Projeto em situação de incêndio Em vigor desde 2004, a NBR 15200 estabelece critérios para o projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio, objetivando limitar o risco à vida humana, da vizinhança e da propriedade exposta ao fogo. Dentre os processos presentes nessa norma que visam o atendimento destes requisitos, está o Método Tabular, que define dimensões mínimas dos elementos estruturais de acordo com a ação do fogo representada pelo TRRF (tempo requerido de resistência ao fogo). Na versão 15 dos sistemas CAD/TQS, foram incorporados novos programas e recursos que possibilitam a verificação da estrutura de um edifício em situação de incêndio por meio deste método.  Todas as tabelas presentes na NBR 15200 foram parametrizadas. Além disso, foi incorporada também a proposta do Prof. Dr. Valdir Pignatta da Silva apresentada no artigo “Dimensionamento de pilares de concreto armado em situação de incêndio. Uma alternativa ao método tabular da NBR 15200:2004”, publicado na revista do Ibracon.  A avaliação de toda a estrutura em situação de incêndio é realizada por um único comando, que verifica todos os elementos (vigas, lajes e pilares) respeitando o detalhamento de suas armaduras adotado pelo Engenheiro. Podem ser considerados também revestimentos com diferentes tipos de materiais. Os dados adotados e resultados obtidos durante a análise são apresentados num relatório completo, bem como podem ser facilmente avaliados por meio de um novo visualizador gráfico especialmente desenvolvido para este fim.  Tarefas do Projeto A versão 15 do CAD/TQS traz uma nova ferramenta para organizar tarefas executadas em um projeto. Essas tarefas podem ser categorizadas e divididas em sistemas de interesse e atribuídas dentro do contexto do edifício facilitando posteriormente a sua localização.   Cada tarefa no projeto possui uma prioridade de execução, status de acompanhamento e uma previsão de início e término, criando assim, de forma cronológica, as ações a serem efetuadas dentro de um projeto de edifício.  Após o cadastramento das tarefas do projeto os usuários do sistema podem aplicar filtros para selecionar tarefas que estão com status definidos.  Além do filtro por status das tarefas, os usuários poderão filtrar tarefas de um determinado proprietário, aumentando assim ainda mais a capacidade de localizar tarefas dentro do banco de dados do sistema de tarefas do projeto.  O sistema para controle de tarefas de projetos permite a impressão de listagens com informações das tarefas do projeto contendo dados sobre o status atual de cada tarefa, proprietário e sistema a que pertencem cada tarefa.  CAD/Alvest A visualização 3D do projeto no CAD/Alvest foi melhorada com a possibilidade de integração, no modelo tridimensional do projeto de Alvenaria Estrutural, da base/pilotis de Concreto Armado (pré-moldado, misto, etc.), facilitando a verificação de locação geométrica e checagem de interferências, tornando o modelo 3D mais completo.  3D – Alvenaria + concreto armado
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